José Agripino joga a toalha e provoca mal-estar na campanha de Aécio Neves

Diógenes Dantas,
FD/Brasília
Segundo Agripino, o apoio será para Marina, pois "é tudo contra um mal maior, que é o PT".

Ansioso por resultados eleitorais positivos, o senador José Agripino Maia (DEM), coordenador da campanha de Aécio Neves (PSDB), admitiu ontem (1) apoiar Marina Silva no segundo turno contra Dilma Rousseff (PT).

Segundo Agripino, o apoio será para Marina, pois "é tudo contra um mal maior, que  é o PT" - disse em entrevista ao Broadcast Político, serviço da Agência Estado de notícias em tempo real.

O senador do DEM afirmou ainda que, em eventual governo de Marina, participar da base de apoio do PSB seria um caminho "natural".

Ao pé da letra, a declaração de Agripino foi assim: "O PSDB e o DEM são oposição fundamentalmente ao PT e, se Marina ganhar derrotando o PT, os petistas estarão automaticamente remetidos à oposição. Então, se isso vier a acontecer (vitória de Marina), o caminho natural seria esse".

A confusão foi imediata. Para muita gente, o coordenador da campanha tucana estava jogando a toalha, e já se posicionava como integrante de uma eventual base de apoio a Marina no Congresso Nacional.

Assombrado com a repercussão e pressionado pelos aliados tucanos, Agripino emitiu nota logo em seguida, reafirmando o esforço da coligação para levar Aécio ao segundo turno. Aos jornalistas, José Agripino disse que declarou o óbvio, que não disse nada demais.

Não é bem assim. No mínimo, o senador potiguar colocou o carro na frente dos bois, afinal, o PSDB tenta reagir ao furacão Marina e garantir vaga no segundo turno da eleição presidencial.

As declarações de Agripino soaram precipitadas e reveladoras do desânimo que já se instala no ninho da campanha tucana.

Agripino passou a impressão que estava mais preocupado em garantir vaga na base de apoio de um eventual governo da Marina Silva. Pareceu que estava querendo marcar terreno. Quem é coxo, parte na frente, diz o dito popular.

Por coincidência, eu escrevi ontem neste blog que José Agripino não tem dado sorte nas últimas campanhas eleitorais.

Em 2008, ele foi o grande padrinho de Micarla de Sousa na corrida pela Prefeitura de Natal. Resultado: a borboleta foi o maior fiasco administrativo da capital, superando o desgaste do ex-prefeito Aldo Tinôco.

Em 2010, a aposta de Agripino para o governo foi Rosalba Ciarlini, aliada histórica e prata da casa no Democratas. Outro fiasco político e administrativo. O mínimo que José diz hoje de Rosalba é que ela deu as costas para o partido.

Agora, nas eleições de 2014, Agripino aposta ou apostava em Aécio Neves (PSDB), do qual é coordenador na campanha presidencial. Depois do furacão Marina, o "avião" da candidatura do tucano embicou de vez, e poucos agripinistas acreditam que Aécio tenha qualquer chance de disputar o segundo turno contra Dilma.

No caso do apoio a Henrique Alves (PMDB), o peso do presidente do DEM não conta muito porque ele é apenas mais um entre os aliados tradicionais da política potiguar, desempenhando um papel de coadjuvante. O que importa para ele hoje é o jogo nacional, a corrida presidencial, e seu compromisso, por enquanto, é com Aécio Neves.

Ou seja, Agripino Maia deu, mais uma vez, com os burros n'água. 

Para um agripinista de longa data, o Democratas, presidido por José Agripino, tem duas opções após o pleito deste ano: a fusão com alguma das legendas de centro - PMDB e PSDB - ou a extinção. Quem viver, verá.

Pelo visto, José Agripino está louco para "marinar" também. O senador só não quer passar mais quatros anos longe do Palácio do Planalto. Na era PT, ele viveu à míngua.


Manchetes da terça-feira

Diógenes Dantas,

Locais:

novo_2_9_14Tribuna do Norte: No 3º ano de seca, choveu 35% abaixo do normal

Novo Jornal: Novo presidente do TRE critica posse em plena campanha

O Mossoroense: Mais de 600 fantasmas assombram folha de pagamento da Prefeitura

Jornal de Fato: Auditoria não localiza mais de 600 servidores


Nacionais:

O Globo: Venda de carros cai 17% apesar de estímulo a crédito

Folha de São Paulo: Dilma e Marina polarizam debate presidencial

O Estado de São Paulo: Dilma reage a Marina e defende lei anti-homofobia

Correio Braziliense: Juro para compra de carro cai abaixo de 1%

O Povo: Quatro adolescentes e um adulto são encontrados mortos

Jornal do Commercio: Agora falta verba para a Via Mangue

A Tarde: Confronto entre Dilma e Marina marca debate na TV

Jornal da Paraíba: Ibope: Cássio soma 47% e Ricardo detém 33%


José Agripino tem dado azar nas últimas campanhas eleitorais

Diógenes Dantas,
FD/Brasília
José Agripino Maia tem levado azar nas escolhas política: candidatura de Aécio Neves embicou na corrida presidencial.

Quem conhece José Agripino Maia, lamenta: o senador tem dado azar nos apoios políticos das últimas campanhas eleitorais.

Em 2008, ele foi o grande padrinho de Micarla de Sousa na corrida pela Prefeitura de Natal. Resultado: a borboleta foi o maior fiasco administrativo da capital, superando o desgaste do ex-prefeito Aldo Tinôco.

Em 2010, a aposta de Agripino para o governo foi Rosalba Ciarlini, aliada histórica e prata da casa no Democratas. Outro fiasco político e administrativo. O mínimo que José diz hoje de Rosalba é que ela deu as costas para o partido.

Agora, nas eleições de 2014, Agripino aposta ou apostava em Aécio Neves (PSDB), do qual é coordenador na campanha presidencial. Depois do furacão Marina, o "avião" da candidatura do tucano embicou de vez, e poucos agripinistas acreditam que Aécio tenha qualquer chance de disputar o segundo turno contra Dilma.

No caso do apoio a Henrique Alves (PMDB), o peso do presidente do DEM não conta muito porque ele é apenas mais um entre os aliados tradicionais da política potiguar, desempenhando um papel de coadjuvante.

Ou seja, Agripino Maia deu, mais uma vez, com os burros n'água. A vida anda dura para José.

Para um agripinista de longa data, o Democratas, presidido por José Agripino, tem duas opções após o pleito deste ano: a fusão com alguma das legendas de centro - PMDB e PSDB - ou a extinção. Quem viver, verá.


Manchetes da segunda-feira

Diógenes Dantas,

Nacionais:

epoca_01_09_14O Globo: País tem que investir o dobro para levar água e esgoto a todos.

O Estado de São Paulo: Governo segura R$ 7,2 bi de fundos para melhorar contas

Folha de São Paulo: Airbus culpa pilotos, TAM e Infraero pela tragédia de 2007

Correio Braziliense: Cresce a violência contra os idosos

O Povo: Disputa pelo Senado: Governos Dilma e Cid ficam no centro do debate

Jornal do Commercio: Sport vence e fica em sétimo

A Tarde: Viagem de férias fica 60% mais barata na baixa estação


Revistas:

Veja: Como Dilma e Aécio tentam parar Marina

Época: O povo que marinou

Istoé: A cabeça política do jovem brasileiro

Carta Capital: O enigma Marina


Últimos números da Seta/Nominuto para Governo e Senado

Diógenes Dantas,
Reprodução/Seta Instituto
A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos.

O candidato Henrique Eduardo Alves (PMDB) abre vantagem de 15 pontos percentuais em relação a Robinson Faria (PSD) na corrida pelo governo, aponta a última pesquisa Seta/Nominuto divulgada neste domingo (31) com eleitores de todo o Estado.

Segundo o Instituto Seta, Henrique Alves tem 39,7% das intenções de voto, seguido por Robinson com 24,1% das preferências na estimulada. Robério Paulino (PSOL) tem 2,6%; Simone Dutra (PSTU) aparece com 1,4%; e Araken Farias (PSL) com 0,6%.

Ainda é alto o número de eleitores indecisos ou que vão votar em branco ou anular o voto. Brancos e nulos somam 20,4%, e não respondeu somou 11,2%.

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Espontânea

Na pesquisa espontânea, Henrique Alves apresenta uma vantagem maior, de 17 pontos percentuais. O candidato do PMDB é citado por 35,3% dos entrevistados. Robinson Faria tem 18,3%.

Robério Paulino aparece com 1,8% das intenções de voto; Simone Dutra com 1,7%; e Araken Farias com 0,5%. 

Brancos e nulos somam 21%, e não respondeu ou não soube 21,4%.

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Rejeição

Henrique Alves também lidera no quesito rejeição, com 23,6% das citações. Robinson Faria é o segundo mais rejeitado com 18,4%.

Robério Paulino é rejeitado por 10% dos entrevistados do Seta, Araken Farias por 8,3% e Simone Dutra por 7,2%. Brancos e nulos somam 16,6%, e não respondeu 16%.


Senado da República

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A candidata Fátima Bezerra (PT) apresenta pequena vantagem em relação a Wilma de Faria (PSB) na disputa pelo Senado, aponta a pesquisa Seta/Nominuto divulgada neste domingo (31). As duas estão numa situação de empate técnico. 

A petista tem 31,8% das intenções de voto na pergunta estimulada. A líder do PSB tem 28,3% das preferências.

Roberto Ronconi (PSL) aparece com 4,3%; a professora Ana Célia (PSTU) com 1,4%; e o professor Lailson Almeida (PSOL) com 0,9%.

Muitos eleitores se mostram indecisos ou com a intenção de anular o voto. Brancos e Nulos somaram 21,8%, e não respondeu 11,5%.

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Espontânea

Na pesquisa espontânea, Fátima Bezerra abre vantagem de 5 pontos sobre Wilma. A petista tem 26,6% e a candidata do PSB aparece com 21,6%.

Roberto Ronconi é citado por 2,6% dos entrevistados do Seta; Ana Célia por 1,4%; e Lailson Almeida por 0,8%. Brancos e nulos somam 21,6%, e não respondeu 25,4%.

RN_seta_sen_rejei_770

Rejeição

No quesito rejeição, Wilma de Faria é citada por 25,1% dos pesquisados. Fátima tem 18%; Roberto Ronconi é rejeitado por 11,9%; Ana Célia por 6,2%; e Lailson Almeida por 6,1%.

Brancos e nulos somam 17,2%, e não respondeu 15,5%.

A pesquisa Seta ouviu 1.700 eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014.


Manchetes do domingo

Diógenes Dantas,

Locais:

estadao_31_08_14Tribuna do Norte: RN tem 9,3 queixas/dia de abusos contra idosos

Novo Jornal: PM tem 20% do efetivo lotado em gabinetes

Jornal de Fato: População de 34 cidades fica menor

Gazeta do Oeste: Polícia fará reconstituição de morte de estudante

O Mossoroense: Falta transparência


Nacionais:

O Globo: Onda de mudança se repete nos estados

O Estado de São Paulo: Marina divulga 'errata' reduz apoio à causa gay

Folha de São Paulo: Marina fatura R$ 1,6 milhão com palestras em três anos

Correio Braziliense: Por que o brasileiro gasta cada vez mais no exterior

O Povo: PF tem 270 investigações sobre comércio irregular

Jornal do Commercio: Empate técnico

A Tarde: Bolsa pesca sob suspeita no interior

Jornal da Paraíba: Armas de brinquedo preocupam polícia


Revistas:

Veja: Como Dilma e Aécio tentam parar Marina

Época: O povo que marinou

Istoé: A cabeça política do jovem brasileiro

Carta Capital: O enigma Marina


Pesquisas qualitativas davam eleição de Amanda Gurgel como certa para deputada

Diógenes Dantas,

amanda_gurgel_370Um marqueteiro de uma das campanhas majoritárias me disse que o PSTU (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado) "dormiu no ponto" na eleição estadual deste ano.

De acordo com as pesquisas qualitativas da fase de pré-campanha, o partido apresentava grande chance de eleger a professora Amanda Gurgel para deputada - estadual ou federal.

Na briga por uma vaga na Assembleia Legislativa, por exemplo, a vereadora de Natal figurava nos primeiros lugares. "Amanda aparecia em primeiro ou segundo lugar, alternadamente, a cada 'quali' realizada por nossa campanha", me revelou o profissional do marketing.

Em tempo: o PSTU não tem representação no Congresso Nacional e em nenhuma casa legislativa estadual. O partido tem apenas dois vereadores no país. Uma das cadeiras é ocupada por Amanda na Câmara Municipal de Natal.

Amanda Gurgel foi a vereadora mais votada na eleição da capital, com 32.819 votos.


Manchetes do sábado

Diógenes Dantas,

Locais:

novo_30_08_14Tribuna do Norte: Prefeito corta cargos, muda secretarias e dá reajustes

Novo Jornal: Candidatos vão fazer auditoria nas contas do RN

Jornal de Fato: Terceirizada segura debandada de médicos

O Mossoroense: Agentes encontram Bíblias recheadas de maconha


Nacionais:

O Globo: PIB cai 0,6% no 2º trimestre e Brasil enfrenta recessão

O Estado de São Paulo: Marina empata com Dilma no 1º turno, diz pesquisa

Folha de São Paulo: Marina cresce e empata com Dilma

Correio Braziliense: 2014 - o ano perdido

Zero Hora: O semestre que fez a economia encolher

O Povo: Brasil entra em recessão técnica

Jornal do Commercio: Empate de Marina e Dilma no Datafolha

A Tarde: Novo recuo no PIB coloca Brasil em recessão técnica

Jornal da Paraíba: Eleições vão contar com 6,9 mil policiais na PB


Insegurança pública, série B e eleições na resenha do Jornal 96

Diógenes Dantas,
Ohara Oliveira/Jornal 96
Luciano Kleiber, Carlos Alberto Barbosa, Edmo Sinedino e Diógenes Dantas na frente da rádio 96 FM.

Hoje (29) foi dia de resenha no Jornal 96, quadro especial que não tem data certa para ocorrer, mas que já virou tradição no programa.

Luciano Kleiber, Carlos Alberto Barbosa, Edmo Sinedino e titular deste bloco abordaram os principais temas da atualidade: a falta de segurança pública, o medo do endividamento por parte do consumidor, série B do campeonato brasileiro e as eleições estadual e presidencial.

Confira o áudio completo do programa desta sexta-feira (29).


Reveja os vídeos de todos os blocos do debate da Band com os candidatos ao governo

Diógenes Dantas,

A Band Natal realizou ontem (28) o primeiro debate com os candidatos ao governo na TV aberta do Rio Grande do Norte. Foram seis blocos em mais de 2h40 de programa. Confira cada bloco na íntegra.

No primeiro bloco os jornalistas convidados fizeram perguntas sobre Segurança, Saúde, Educação, Infraestrutura e Gestão Financeira. Foi sorteado o tema, o candidato a responder e um candidato para comentar. 



O clima esquentou no segundo bloco. Os candidatos ao Governo do Rio Grande do Norte perguntaram e responderam entre si, o que gerou embates diretos, inclusive entre os governadoráveis que despontam nas pesquisas de intenção de voto.



terceiro bloco foi marcado por questionamentos da Fecomércio. O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte, Marcelo Queiroz, fez perguntas aos cinco candidatos ao executivo estadual.



quarto bloco do debate foi dedicado às perguntas feitas pelos telespectadores aos candidatos. Temas como Saúde, Segurança e Educação estavam em pauta.



quinto bloco começou com o direito de resposta de Henrique Eduardo Alves. Ele se sentiu ofendido em relação a financiamento de campanha e disse que tem uma vida toda de respeito e nenhum processo a responder. “Tenho vida limpa e digna e me orgulho da vida pública”.



Os candidatos encerraram o debate fazendo as considerações finais. Robinson diz que se sente amadurecido para ser um bom governador. Araken Farias (PSL) disse que o seu compromisso é governar para o povo, para a população mais carente. Henrique Alves pede maturidade na política. Robério Paulino pediu que o eleitor não desistisse do sonho de um estado melhor e Simone Dutra diz que a classe que trabalha é a que deve governar.



O encontro foi mediado pelo jornalista Diógenes Dantas e retransmitido pelo portal Nominuto.com, rádio 96 FM e TV União com a parceria da Fecomércio.

O debate contou com os candidatos Araken Farias (PSL), Henrique Alves (PMDB), Robério Paulino (PSOL), Robinson Faria (PSD) e Simone Dutra (PSTU).



Manchetes da sexta-feira

Diógenes Dantas,

Locais:

globo_29_08_14Tribuna do Norte: TCE decide por suspensão de benefício aos promotores

Novo Jornal: Após reação, prefeito decide revogar feriadão

Gazeta do Oeste: Câmara Municipal sofre com ameaça de despejo

O Mossoroense: Sem contrato há oito anos, Câmara pode ser despejada

Jornal de Fato: Mossoró chega a 284.288 habitantes


Nacionais:

O Globo: Marina planeja tirar prioridade do pré-sal

Folha de São Paulo: Marina defende usineiros e acena ao agronegócio

O Estado de São Paulo: Suspeita de fraude em CPI derruba auxiliar de Graça

Correio Braziliense: 41 mil vagas em concursos para 2015

O Povo: Ministério Público quer devassa em gastos de vereadores

Jornal do Commercio: Salário mínimo: R$ 788

Zero Hora: Cenas de uma tragédia familiar


Nominuto vai divulgar nova pesquisa do Seta para todo o Rio Grande do Norte

Diógenes Dantas,

seta_pesquisa_370O Instituto Seta, em parceria com o portal Nominuto.com, registrou nova pesquisa de opinião sobre a eleição estadual. Desta vez, o levantamento abrange todo o Rio Grande do Norte.

Os pesquisadores do Seta estão realizando 1.700 entrevistas com eleitores entre os dias 26 e 28 de agosto. A margem de erro é de 3% e o intervalo de confiança de 95%. O levantamento encontra-se devidamente registrado no TRE-RN pelo número RN-00017-2014.

A pesquisa leva em conta o desempenho de candidatos aos cargos majoritários e proporcionais. O portal Nominuto vai divulgar os números no próximo domingo (31).


Consult dá vantagem de 10 pontos para Henrique Eduardo Alves

Diógenes Dantas,
Reprodução/Gráfico da Consult
Na peleja pelo governo, Henrique Alves (PMDB) apresentou 10 pontos de vantagem em relação a Robinson Faria (PSD).

Vez por outra surge uma pesquisa na atual campanha. Ontem (27), a Consult, em parceria com o Blog do BG e 98 FM, divulgou números sobre a eleição no Rio Grande do Norte.

Na peleja pelo governo, Henrique Alves (PMDB) apresentou 10 pontos de vantagem em relação a Robinson Faria (PSD), seu principal adversário.

Segundo a Consult, Henrique tem 35,12%, Robinson está com 25,29% das intenções de voto, e os demais estão com desempenho desprezível: Robério Paulino (PSOL) tem 0,88%; Simone Dutra (PSTU) 0,71%; e Araken Farias (PSL) tem 0,47%.

Na disputa pela única vaga do RN no Senado, a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) registrou 34% das intenções de voto, seguida por Fátima Bezerra (PT) com 31,59%. 

Portanto, levando em consideração a margem de erro, as duas candidatas apresentam um cenário de empate técnico. 

A professora Ana Célia (PSTU) aparece em terceiro lugar, com 1,18% da preferência, seguida pelos candidatos Roberto Ronconi com 0,65% e professor Lailson (PSOL) com 0,59%.

Este é o retrato da Consult neste momento da eleição estadual. O instituto realizou as pesquisas entre os dias 23 e 25 de agosto. Cerca de 1.700 eleitores foram entrevistados em todo o Rio Grande do Norte. O registro da pesquisa é BR 00439/2014, com margem de erro de 2.2%, para mais ou para menos.


Manchetes da quinta-feira

Diógenes Dantas,

Locais:

tn_28_08_141Tribuna do Norte: STF Mantém cortes em salários acima do teto

Novo Jornal: Prefeitura arma guarda municipal

O Mossoroense: Uern adotará sistema misto para ingresso de novos alunos em 2015

Gazeta do Oeste: Uern adota processo seletivo misto este ano


Nacionais:

O Globo: Maioria no TCU livra Graça de bloqueio de bens

O Estado de São Paulo: Maioria do TCU rejeita bloqueio de bens de Graça

Folha de São Paulo: Presidente do BB pagou multa para se livrar da Receita

Correio Braziliense: Disputa pelo GDF está entre a urna e a Justiça

O Povo: Cristais de MDMA: Nova droga apreendida no Ceará

Jornal do Commercio: Eleição presidencial: Embaralhou

A Tarde: Rui sobe sete pontos, mas Souto venceria no 1º turno

Jornal da Paraíba: Venda ilegal de boxe no CCP rende até R$ 50 mil


Confira os vídeos do debate da Band na corrida presidencial

Diógenes Dantas,
Miguel Schincariol/AFP
Marina Silva e Dilma se cumprimentam no entorno de Aécio Neves momentos antes do debate da Band com os presidenciáveis.

O intenso confronto entre os candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto marcou o primeiro debate entre presidenciáveis da Band, nesta terça-feira (26). O encontro aconteceu horas depois da divulgação do levantamento feito pelo Ibope, que mostrou uma pequena queda de Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) isolada em segundo, à frente de Aécio Neves (PSDB). Talvez por influência do resultado, a candidata do PSB foi atacada pelos dois rivais diretos.

Pelas regras do debate, um mesmo candidato pdoeria responder até duas perguntas por bloco. Com isso, Dilma, Marina e Aécio foram os que mais falaram - e acabaram se enfrentando mais.

Marina Silva tentou reforçar o posicionamento como alternativa à polarização entre PT e PSDB e clamou que a maioria da população quer mudança. Mas foi constantemente questionada sobre uma suposta falta de clareza ao explicar como governaria sem apoio no Congresso.

Como era esperado, a presidente Dilma foi o maior alvo do debate, e citou os programas e feitos do governo para se defender. A candidata foi confrontada com assuntos espinhosos, como as denúncias de corrupção na Petrobras.

Aécio Neves manteve o tom crítico a Dilma, mas evitando atacar diretamente os anos Lula. Ainda assim, defendeu que o PT “surfou” na onda iniciada pelo governo de Fernando Henrique Cardoso.

Pastor Everaldo, do PSC, reforçou o discurso em defesa do livre mercado, posicionando-se contra a legalização do aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Luciana Genro, do PSOL, que no início do debate clamou por mais oportunidades de falar, lembrou a forma como foi expulsa pelo PT e mirou principalmente em Marina Silva e Dilma.

Levy Fidelix (PRTB) e Eduardo Jorge proporcionaram os momentos de maior descontração do debate. Muito críticos aos governos (o passado e o atual), arrancaram gargalhadas dos presentes com ironias. No final de um dos discursos, Fidélix chegou a ser cumprimentado por Jorge.

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Bloco a bloco

No primeiro bloco, os candidatos responderam a uma única pergunta sobre segurança pública, feita por sugestão dos leitores do jornal Metro. Cada um teve 1 minuto e 30 segundos de fala.

Veja abaixo:

Na segunda etapa, os candidatos fizeram perguntas entre sim. Foi quando ficou claro que o debate ficaria concentrado no embate entre Dilma, Marina e Aécio. O trio se atacou mutuamente, mas foi Dilma o alvo preferencial.





No terceiro bloco, os candidatos responderam perguntas feitas por jornalistas do Grupo Bandeirantes. Boris Casoy, Fábio Pannunzio (ambos da Band) e José Paulo de Andrade(Rádio Bandeirantes) questionaram os presidenciáveis, quando os assuntos mais falados foram inflação e contas públicas.


A quarta etapa teve novamente perguntas feitas entre os candidatos. Novamente, os embates esquentaram. Transporte público, privatizações e a questão elétrica do Brasil foram os assuntos mais comentados.


No quinto bloco, os jornalistas voltaram a fazer perguntas para os candidatos. Marina foi questionada sobre sua defesa do meio ambiente, e Dilma e Aécio responderam perguntas sobre programas de cada um: Mais Médicos e Poupança Jovem.




Na sequência, os candidatos fizeram suas considerações finais. Aécio Neves aproveitou para anunciar que, caso seja eleito presidente, terá Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central no Governo Fernando Henrique Cardoso, como ministro da Fazenda.


Audiência

A Band comemora o resultado do primeiro debate entre presidenciáveis realizado na noite desta terça-feira: a emissora chegou a 7 pontos no Ibope e, de acordo com os números prévios,  ficou na vice-líderança por 30 minutos. A média do debate, que teve três horas de duração (das 22h06 à 1h07), foi de 5 pontos com 10% de share (participação entre os televisores ligados).

• Com informações e vídeos do portal da Band.


Marina Silva já aparece com reais chances de chegar ao Planalto

Diógenes Dantas,
Felipe Redondo/Band
Marina Silva abre 10 pontos sobre Aécio Neves e vence Dilma Rousseff no 2º turno, apontou o Ibope.

Quem acha que Marina Silva bateu o teto das intenções de voto por causa da morte de Eduardo Campos vai ser obrigado a rever suas avaliações.

À luz da nova rodada de pesquisas do Ibope, Marina se mostra bastante competitiva e com reais chances de chegar ao Palácio do Planalto.

Vejamos: O Ibope divulgou ontem (26) que Dilma Rousseff (PT) lidera com 34% das intenções de voto. Marina Silva (PSB) aparece em segundo lugar, com 29%. 

Em terceiro está Aécio Neves (PSDB), com 19%. Pastor Everaldo (PSC) e Luciana Genro (PSOL) somam 1% cada. No segundo turno, Marina venceria Dilma.

Eduardo Jorge (PV), Levy Fidelix (PRTB), Zé Maria (PSTU), Rui Pimenta (PCO), Mauro Iasi (PCB) e Eymael (PSDC) somam 1% juntos. O número de eleitores indecisos é de 7%. Já 8% votarão em branco ou nulo.

No último levantamento do Ibope, divulgado antes da morte de Eduardo Campos, no último dia 7, Dilma tinha 38%, Aécio 23% e Campos 9%.

Segundo turno

Na simulação de segundo turno, Marina venceria Dilma por 45% a 36%. O número de brancos e nulos é de 9%. Os indecisos somam 11%.

Contra Aécio, Dilma venceria por 41% contra 33%. O número de brancos e nulos é de 12%. Não sabem 12%.

Rejeição

Segundo o Ibope, Dilma tem a maior rejeição entre os candidatos, com 36%. Aécio está em segundo, com 18%. Pastor Everaldo tem 14%. Zé Maria soma 11%. Marina Silva tem 10%. Eymael e Levy têm 9% cada. Rui Costa e Eduardo Jorge têm 7%. Mauro Iasi tem 6%.

Foram entrevistados 2.506 eleitores em 175 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa do Ibope foi registrada no TSE com o número BR-00428/2014.


Manchetes da quarta-feira

Diógenes Dantas,

Locais:

novo_27_08_14Tribuna do Norte: Aumento de dívidas em atraso é o dobro de 2013

Novo Jornal: Multa por dirigir bêbado triplica em Natal

Jornal de Fato: Farmácias locais ainda não cumprem nova lei

Gazeta do Oeste: Justiça bloqueia todos os bens da Apamim

O Mossoroense: Ladrões assaltam motorista de ônibus da Polícia Militar


Nacionais:

O Globo: Marina se distancia de Aécio e venceria Dilma no 2º turno

O Estado de São Paulo: Marina se descola de Aécio e venceria Dilma no 2º turno

Folha de São Paulo: Marina venceria Dilma no 2º turno, mostra Ibope

O Povo: Marina bate Aécio por 10 pontos e venceria Dilma no 2º turno

Jornal do Commercio: Disputa acirrada no Ibope e no debate

A Tarde: Marina venceria Dilma no 2º turno, diz Ibope

Jornal da Paraíba: Energia fica 21,8% mais cara em 216 municípios


Governo só termina no dia 31 de dezembro, e pode implantar projeto educacional

Diógenes Dantas,

portal_educacao_370O governo estadual apanha de todo o jeito. Até quando tenta inovar.

A Secretaria Estadual de Educação vai investir R$ 314 mil na implantação de um portal de conteúdo no Complexo Educacional Kennedy, que reúne quatro escolas - Presidente Kennedy, Edgar Barbosa, Manoel Villaça e Joaquim Torres.

A ideia da secretaria é criar uma ferramenta digital que reúna conteúdos educacionais e curriculares numa plataforma multidisciplinar de acesso fácil para professores e alunos.

Os recursos são do Ministério da Educação. O projeto é experimental e deve ser ampliado nos próximos anos.

A licitação deve ocorrer no mês de setembro.

O governo está sendo criticado por criar a ferramenta a quatro meses do fim.

Ora, o atual governo não acabou. O fato de a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) ter sido impedida de concorrer à reeleição não decretou o final de sua gestão antecipadamente.

Rosalba e seus auxiliares devem tomar decisões até o dia 31 de dezembro deste ano, data, aí sim, final do atual mandato.

Portanto, qualquer programa ou qualquer ideia pode ser implantada dentro do período legal de governo. 

O atual governo responde por seus atos, repito, até o dia 31 de dezembro. O acompanhamento da correta aplicação dos recursos é trabalho para os órgãos de fiscalização. 

A ideia de implantação de um portal educacional atende as expectativas de inclusão digital, e conta com recursos do governo federal. Por que não implantá-lo nesta gestão, se os recursos estão disponíveis?

O governo, qualquer governo, deve ser criticado por não agir, e não o contrário.

A Secretaria Estadual de Educação está de parabéns pelo projeto experimental. Vou ficar na torcida para que o próximo governador (a) dê continuidade ao portal educacional.


Manchetes da segunda-feira

Diógenes Dantas,

Nacionais:

veja_25_08_14O Globo: Indústria acumula perdas desde 2008

Folha de São Paulo: Dilma diz que falta experiência para Marina

Correio Braziliense: Jovens são os que mais morrem no trânsito do DF

O Povo: Confronto entre candidatos marca primeiro debate na TV

Jornal do Commercio: Região Metropolitana amanhece sem ônibus

A Tarde: Previdência paga a 1ª parcela do 13º salário


Revistas:

Veja: Marina presidente?

Época: Até onde ela vai?

Istoé: As contradições de Marina

Carta Capital: JBS, negócio suspeito


Manchetes do domingo

Diógenes Dantas,

Locais:

tn_24_08_14Tribuna do Norte: O natalense está se armando

Novo Jornal: Estado tem déficit de 126 mil moradias

Gazeta do Oeste: Henrique lidera pesquisa em Mossoró com 11 pontos

Jornal de Fato: Apamim tem 189 ações na Justiça do Trabalho

O Mossoroense: Acusado de mais de 15 homicídios morre em confronto com a polícia


Nacionais:

O Globo: Falta de chuva já ameaça 40 milhões de brasileiros

Folha de São Paulo: Economia fraca e inflação em alta afetam emergentes

Correio Braziliense: Sucesso na profissão, preconceito em casa

O Povo: O que a população cobra e o que os candidatos oferecem

Jornal do Commercio: PSB lança Marina no Recife

A Tarde: Carros abandonados nas ruas oferecem riscos à população

Jornal da Paraíba: Crise vocacional acende alerta na Igreja Católica


Revistas:

Veja: Marina presidente?

Época: Até onde ela vai?

Istoé: As contradições de Marina

Carta Capital: JBS, negócio suspeito

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