RN mostra na Federação das Indústrias do Rio novo cenário na indústria do petróleo

Airton Bulhões,

  O diretor executivo do Sebrae/RN, José Ferreira de Melo falou para empresários do setor de petróleo no lançamento da Redepetro RN na Federação das Indústrias no Rio de Janeiro (Firjan)  onde abordou sobre a realização  do Mossoró Oil & Gas – IV Fórum Onshore Potiguar.

  Ele mostrou a retomada otimista e consistente da exploração de campos maduros no Rio Grande do Norte. 

  A Redepetro RN em parceria com o Sebrae Rio Grande do Norte mostrou as atrações do  evento que acontecerá no período de 26 a 28 de novembro. Esta nova fase já com um passo concreto representado pela entrada no negócio da iniciativa privada. 

  O Rio Grande do Norte é o maior produtor de petróleo onshore e o terceiro do país, superado apenas pelo Rio de Janeiro e Espírito Santo, que tem exploração offshore.

Mas do pico de 100 mil barris/dia, o equivalente a 10% da produção nacional, passou a registrar 38 mil/barris/dia com a decisão da Petrobras de investir prioritariamente no pré-sal.

  Essa expectativa começa a se materializar com as 34 concessões para a Potiguar E&P. Está previsto um investimento de R$ 600 milhões nos próximos cinco anos.

  Outras duas concessões já estão em adiantado processo de negociação. Com ssa entrada da iniciativa privada, a projeção está estimada na extração de 60 mil barris/dia nos próximos 10 anos.

  Outras duas negociações estão em fase adiantada de negociação. É nesse cenário promissor que acontece a quarta edição da Mossoró Oil & Gas.Petrobras de investir prioritariamente no pré-sal.

Muitos avanço foram conquistados nesses três anos com esse modelo de gestão do governo. Discutiu-se os projetos com frequência para que as metas construam a realidade. Nesse cenário, Mossoró, com um ativo espetacular, é um exemplo perfeito dessa trajetória porque ficou hibernada, como muitos outros polos de produção, e agora vai crescer com a retomada”

“Nosso desafio é explorar todo o potencial do onshore e consideramos 2020 como o ano da virada, um marco da exploração terrestre”, enfatizou o Coordenador de Áreas Terrestres da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), José Fernandes de Freitas.

  

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